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Frota renovada fortalece o SUS e avança na regionalização da saúde em Mato Grosso do Sul

Com investimento contínuo e planejamento técnico, Mato Grosso do Sul avançou em 2025 na estruturação da saúde pública ao usar a renovação da frota como instrumento estratégico de cuidado e gestão. Por meio da doação de ambulâncias e caminhonetes da SES (Secretaria de Estado de Saúde) aos municípios, o transporte sanitário foi fortalecido, as ações de vigilância em saúde ganharam mais agilidade e a presença do Estado foi ampliada onde o acesso aos serviços é mais desafiador.

Ao longo do ano, a SES viabilizou a entrega de dezenas de veículos que impactaram diretamente a rotina dos municípios, das comunidades indígenas e da rede hospitalar. Somente em uma das maiores entregas de 2025, foram destinados 46 novos veículos para 40 municípios e a Capital — sendo 30 caminhonetes voltadas às ações de vigilância em saúde e 16 ambulâncias para renovação do transporte sanitário.

O planejamento das aquisições foi feito de forma estratégica, de acordo com as necessidades específicas de cada município. A logística organizada pela SES garantiu que todos recebessem, de forma gradual, tanto ambulâncias quanto caminhonetes, assegurando cobertura integral.

“Não estamos apenas repassando veículos, estamos estruturando o SUS (Sistema Único de Saúde) na ponta. Cada ambulância e cada caminhonete representam mais agilidade, mais presença das equipes nos territórios e mais segurança para o paciente. Nosso compromisso em 2025 foi garantir que os municípios não ficassem sem condições adequadas de atendimento por falta de estrutura básica”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.

Além da frota voltada aos municípios, o ano também foi marcado por um investimento robusto direcionado às comunidades indígenas. Em outra etapa, o Governo do Estado entregou 28 veículos — sendo 21 ambulâncias adaptadas e 7 caminhonetes — que passaram a reforçar a rede de urgência e emergência nos territórios indígenas, beneficiando cerca de 90% da população indígena de Mato Grosso do Sul. Com investimento estadual de R$ 7,5 milhões, a iniciativa fortaleceu a atenção materno-infantil, ampliou o acesso ao atendimento de urgência e contribuiu para a redução da mortalidade infantil.

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