A mulher que se ama aprende a se escutar. Ela reconhece suas forças, acolhe suas fragilidades e entende que não precisa ser perfeita para ser valiosa. Amar a si mesma é respeitar seus limites, celebrar suas conquistas — até as pequenas — e não se diminuir para caber nas expectativas alheias.
Essa mulher caminha com mais coragem porque sabe quem é. Ela escolhe relações que somam, cuida do próprio bem-estar e não sente culpa por priorizar seus sonhos. O amor-próprio não a torna egoísta; ao contrário, a torna mais inteira, mais consciente e mais livre. Quando uma mulher se ama, ela constrói um espaço onde a autoestima floresce e a vida ganha sentido.
Se quiser, posso deixar o texto mais curto, mais poético ou com um tom motivacional



