Ela decidiu não esperar mais. Desde as conversas leves até os silêncios cheios de intenção, algo nela pedia atitude. Não era pressa, era vontade. Vontade de transformar curiosidade em presença, mensagens em olhares, imaginação em realidade. Ela gostava da ideia de assumir o desejo sem rodeios, de mostrar interesse com segurança e charme.
Ao chamá-lo para sair, não havia timidez, mas confiança. A proposta era simples: um encontro para sentir a energia de perto, rir sem filtro, deixar a química se revelar naturalmente. Ela sabia o que queria e não via motivo para esconder. Para ela, ousadia não era exagero, era honestidade. Um convite direto, envolvente, que deixava claro que aquele encontro não seria apenas mais um — seria uma chance real de algo começar.



