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Preço dos alimentos: veja o que ficou mais caro e mais barato em agosto

Valor do leite começou a ceder em agosto, ao cair 1,8%, mas, no ano, ainda acumula alta de 40%. Frutas, frango e queijo são destaque de alta. Frutas subiram em agosto em relação a julho.
Crédito: Divulgação
A inflação de agosto teve queda no Brasil, mas alguns alimentos continuaram subindo em relação a julho, principalmente as frutas, frango, queijo e manteiga.
Por outro lado, o valor do leite começou a ceder, após sete meses consecutivos de alta em 2022, mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (9).
Veja o que subiu e desceu em agosto na comparação com julho:
Principais altas
Limão: 48,4%
Tangerina: 21,57%
Melão: 11,54%
Batata-doce: 10,4%
Maçã: 4,7%
Manteiga: 3,3%
Frango em pedaços: 2,9%
Queijo: 2,6%
Macarrão instantâneo: 2,8%
Cerveja: 2,4%
Principais quedas
Morango: -23,3%
Pepino: -21,1%
Tomate: -11,2%
Batata-inglesa: -10%
Cenoura: -8,8%
Abobrinha: -8,4%
Óleo de soja: -5,6%
Feijão-carioca: -5,4%
Leite longa vida: -1,8%
Contrafilé: -1,3%
Leite continua alto no ano
O valor do leite longa vida começou a recuar (-1,8%) em relação a julho, mas ainda acumula uma alta de 40% no ano.
Os derivados, contudo, continuam encarecendo. Os queijos, por exemplo, subiram 2,6% em relação a julho e, no ano, já tiveram uma alta de 19,2%. O mesmo ocorreu com a manteiga, que aumentou em relação a julho (+3,3%) e no ano (+21%).
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No campo, o aumento de preços foi puxado pela queda da produção leiteira, em razão do tempo seco durante o inverno, que prejudicou a qualidade das pastagens, e o preço alto ração.
Além disso, o mercado de carnes está remunerando melhor os criadores do que o setor de leite em razão do dólar alto, que favorece exportações. Tudo isso diminuiu a captação de leite no Brasil.
Trigo e pãozinho
A farinha de trigo e o pãozinho francês também continuam em alta. O trigo subiu 1,6% em agosto e, no ano, já disparou 29,5%.
Consequentemente, o pãozinho encareceu mais 1,12% e, em 2022, acumula alta de 16,6%.
O trigo e, consequentemente, o pão francês também encareceram no ano, principalmente no início do ano, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia fez os preços do cereal dispararem no mercado internacional.
Os dois países respondem, em média, por 30% de todo o trigo comercializado no mundo. Nas semanas seguintes, a alta também chegou nos derivados (massas e pães).
Neste momento, a seca na Argentina, que fornece 80% do trigo importado pelo Brasil, tem prejudicado as lavouras do cereal. Por outro lado, o Brasil deve ter uma safra recorde este ano.
De onde vem a rosa
De onde vem o que eu como: laranja

Fonte:

g1 > Agronegócios

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