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Preço dos alimentos em março: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato

Inflação fica em 0,88% em março, puxada pelos combustíveis
Os preços dos alimentos aceleraram de 0,26% em fevereiro para 1,56% em março e foram os principais responsáveis pela alta da inflação do mês, que subiu 0,88%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (10).
A alta foi puxada pela alimentação no domicílio, que subiu 1,94% – bem acima de fevereiro (0,23%) –, com destaque para o avanço dos preços do tomate (20,31%), da cebola (17,25%), da batata-inglesa (12,17%), do leite longa vida (11,74%) e das carnes (1,73%).
Já os destaques em queda foram a maçã (-5,79%) e o café moído (-1,28%).
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Os alimentos acima foram os que mais pesaram na inflação do período por estarem entre os itens mais consumidos pelas famílias e, assim, terem maior impacto sobre o índice geral de preços.
Mas, quando se considera apenas as maiores altas percentuais, destacam-se cenoura e a abobrinha. Já entre as maiores quedas, estão o abacate e a laranja-baía.
Maiores altas
Cenoura: 28%
Abobrinha: 23,5%
Tomate: 20,3%
Cebola: 17,2%
Feijão-carioca (rajado): 15,4%
Batata-doce: 13,4%
Açaí (emulsão): 12,5%
Batata-inglesa: 12%
Leite longa vida: 11,7%
Pimentão: 8%
Maiores quedas
Abacate: -13,2%
Laranja-baía: -8%
Maçã: -5,8%
Laranja-lima: -3,9%
Peixe-palombeta: -3,8%
Limão: -3,6%
Banana-maçã: -3,4%
Mandioca (aipim): -3,2%
Inhame: -3,2%
Açúcar refinado: -2,9%

DB Supermercados – Hortifruti
DB Supermercados

Fonte:

g1 > Agronegócios

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